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Obras Vestibular UNICENTRO: São Bernardo- Graciliano Ramos

Nincia Cecília Ribas Borges Teixeira Ao contrário de outros romancistas de 30, Graciliano Ramos jamais teve qualquer nostalgia do universo em derrocada das velhas oligarquias rurais. Analisou a realidade de onde procedia com aspereza, mesmo sendo descendente, tanto pelo lado materno como pelo paterno, de senhores latifundiários. Isso se deve, provavelmente, à clareza de suas ideias. E também a experiências infantis frustrantes dentro da sociedade patriarcalista que aguçaram-lhe a sensibilidade para as misérias de um sistema injusto e apodrecido. Este é, sem dúvida, um dos romances mais densos da literatura brasileira. Uma das obras-primas de Graciliano , é narrado em primeira pessoa por Paulo Honório , que se propõem a contar sua dura vida em retrospectiva, de guia de cego a proprietário da Fazenda São Bernardo. Ele sente uma estranha necessidade de escrever, numa tentativa de compreender, pelas palavras, não só os fatos de sua vida como também a esposa, suas atitudes e seu modo de v...

Obras Vestibular UNICENTRO: Civilização e outros contos- Eça de Queirós

Nincia Cecilia Ribas Borges Teixeira Civilização Civilização é um conto de Eça de Queirós em que é narrada a vida de Jacinto, um homem novo e culto que vivia luxuosamente, rodeado dos mais sofisticados e recentes inventos e das mais belas obras-primas da literatura. O conto é o embrião do romance A Cidade e as Serras . De fato, Jacinto era um homem sempre aborrecido, desanimado e entediado, apesar do luxo em que vivia. Era o protótipo do homem civilizado, mas também da infelicidade. Tudo havia de mudar quando o protagonista decidiu ir passar uma temporada bem longe da civilização. Jacinto tentou superar o isolamento enviando para aí todos os equipamentos técnicos e demais apetrechos que julgava indispensáveis a uma vida civilizada e luxuosa. Contudo, ao chegar, apercebe-se que os caixotes enviados não tinham chegado e que a nenhuma da suas ordens, relativas à realização de obras na casa, tinha sido cumprida. Inicialmente desmoralizado e ainda mais pessimista com tamanha ...

Obras vestibular Unicentro: Contos Machado de Assis

 Níncia Cecília Ribas Borges Teixeira Características do conto Machadiano —   Visão objetiva e pessimista da vida, do mundo e das pessoas. —   Análise psicológica profunda das contradições humanas na criação de personagens imprevisíveis, jogando com insinuações em que se misturam a ingenuidade e a malícia, a sinceridade e a hipocrisia —   Crítica irônica das situações humanas, das relações entre as pessoas e dos padrões de comportamento. Casamento, família, religião (idéias burguesas) são envenenados pelo interesse, pelas segundas intenções e pela malícia. —   Linguagem: estilo conciso, sentenças curtas, equilíbrio entre a linguagem e o conteúdo. Não se preocupa em descrever fisicamente os ambientes e os personagens. As descrições prendem-se aos aspectos psicológicos mais marcantes. —   Citação de autores clássicos e da bíblia (cultura e intertextualidade) —   Infidelidade: é amplamente enfocada e torna-se curioso como Machado de —   A...

Obras vestibular Unicentro : Inocência

Nincia Cecilia Ribas Borges Teixeira A obra tem como cenário o   Sertão de Santana do Paranaíba, no ano 1860. Pereira ( Martinho dos Santos Pereira ) vive na fazenda com Inocência, sua filha de 18 anos. Seu pai exige-lhe obediência total, num regime antigo e educada longe do mundo. Escolhe para ela o noivo, Manecão, um homem criado no sertão bruto, de índole violenta. Maria Conga é uma preta, escrava de Pereira. Tico é o guarda da moça Inocência, bastante fiel apesar de ser mudo. Um dia, Pereira encontrou-se com um rapaz que percorria os caminhos do sertão a medicar. Havia feitos estudos no colégio do Caraça e iniciado Farmácia em Ouro Preto. Chamavam-no de "doutor", título que não menosprezava. Seu nome era Cirino Ferreira dos Santos ( Dr. Cirino ). Inocência estava doente de "uma febre braba" e o "doutor" curou-a . Os dois apaixonaram-se mais tarde: eram demasiados os cuidados que o "doutor" tinha para com ela. Amavam-se às escondidas e o l...

Feliz dias novos!!

Nincia Cecilia Ribas Borges Teixeira É triste a gente ouvir Que as coisas por aqui Não tem mais salvação É fácil desistir Mais vale resistir Buscar a solução (Tunai) Com tanta gente desejando um Feliz 2012, penso que deveríamos desejar logo um excelente 2013, porque se o ano que nasce for de sucesso, alegria, harmonia , saúde, teremos certeza de   que chegaremos a um 2013 feliz.. Como conquistar tudo que projetamos para o ano que se aproxima? Muito trabalho, dedicação e, principalmente, coragem para exterminarmos o desânimo e perseverança para atingirmos nossas metas. Importante termos fé, que nos impulsiona a acreditar sempre no melhor, fé em um ser superior, na família, nos amigos, e em nós mesmos. Caso contrário, faremos parte do time dos derrotistas, dos que não levam fé na vida... Como vida não é novela, sabemos que adversidades nos cercarão, então devemos pedir força para transpor os obstáculos e fazer de todos os dias do ano novo mola propulsora para a construção de ...

Então... É Natal?

Nincia Cecilia Ribas Borges Teixeira Natal, nascimento, renascimento... O espírito da partilha deveria fazer parte de nosso cotidiano, não apenas em datas marcadas. Solidariedade não tem dia em calendário, deve ser praticada todos os dias. Querer bem, conviver com a família, perdoar, não guardar rancor deveria ser prática constante em nossa existência. Aumentar as vendas do comércio parece a tônica natalina, diante de tanto capitalismo, ressurge também a prática do “ano que vem vai ser diferente”. Diferente como? Se não se faz quase nada para a promoção da mudança? Vou ser melhor filho, melhor marido, melhor esposa, melhor chefe..... mas   o que se entende por ser melhor? Melhor para quem? Nem sempre o que é o melhor para nós é também para o outro.   No Natal, devíamos parar para pensar que somos felizes porque pensamos, movimentamo-nos, temos acesso às necessidades básicas e que, acima de tudo, acreditamos quem existe algo superior que nos impulsiona a querer continuar vivend...

Gente de Nossa Terra: Alegria, alegria...Goiabada chegou!!

Nincia Cecilia Ribas Borges Teixeira José Tomaz Szymczak você conhece? E o palhaço Goiabada/ Formigão? Goiabada há quase duas décadas faz de seu ofício a alegria de muitos. S er Palhaço, não é para qualquer um, é necessário ser alegre mesmo quando se está triste, requer profissionalismo, dedicação, sacrifício. É dar-se aos outros, por vezes, em condições muito adversas.  Sua ingênua gargalhada ajuda muitos a esquecerem a dor, as dificuldades. Com simplicidade, dialoga com todas as gerações e classes sociais. Goiabada tornou-se sinônimo de comemoração, conhecedor de muitos guarapuavanos reconhece a maioria pelos nomes. A diversão da criançada é sempre garantida, além disso o bom palhaço ajuda   a preservar a literatura e nossas tradições, Humilde, trabalhador e com a missão de fazer brotar felicidade das pequenas coisas, Guarapuava só tem a agradecer a   José Tomaz Szymczak... Viva Goiabada!!, Viva Formigão!!