Em homenagem a todas as mamães, o Gorpa traz esse lindo poema do nosso saudoso Drummond: CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE Por que Deus permite que as mães vão-se embora? Mãe não tem limite, é tempo sem hora, luz que não apaga quando sopra o vento e chuva desaba, veludo escondido na pele enrugada, água pura, ar puro, puro pensamento. Morrer acontece com o que é breve e passa sem deixar vestígio. Mãe, na sua graça, é eternidade. Por que Deus se lembra - mistério profundo - de tirá-la um dia? Fosse eu Rei do Mundo, baixava uma lei: Mãe não morre nunca, mãe ficará sempre junto de seu filho e ele, velho embora, será pequenino feito grão de milho. Por: Diana Pretto
Palavras soltas não dizem nada,cabeças sem conteúdo refletem o vazio... Foi pensando em preencher o vazio da mente e organizar as palavras que nasceu o Gorpa Cult, uma provocação que virou blog. Coordenado pela professora Níncia Cecilia Ribas Borges Teixeira, o blog é mantido pelos Petianos do curso de Letras da UNICENTRO.