26.5.18

O uso dos porquês

 O emprego dos porquês é algo que gera muitas dúvidas entre os falantes, por isso é importante ressaltar o modo como usa-los.

Quando usar "por que"?

 Existem dois casos de uso, o primeiro caso com sentido interrogativo, sendo usado para fazer uma pergunta direta ou indireta.

  • Por que devo estudar?
  • Por que ela não veio?
 Pode ser substituído por "por qual razão" ou "por qual motivo".
  • Por qual motivo devo estudar?
  • Por qual razão ela não veio?

No segundo caso é usado como elo de ligação entre duas oração.

  • Não encontrei o caminho por que passei.
  • Este é um dos motivos por que sou como sou.
 Pode ser substituído por "pelo qual", "pela qual", "pelas quais", "pelos quais", "por qual" ou "por quais".
  • Não encontrei o caminho pelo qual passei.
  • Este é um dos motivos pelo qual sou como sou.

Quando usar "por quê"?

 É usado com sentido de interrogação, aparece sempre em finais de frase junto com um sinal de pontuação.
  • Você não vai? Por quê
  • Ela parou de falar comigo e nem sei por quê.
Pode ser substituído por "por qual razão" ou "por qual motivo".
  • Você não vai? Por qual razão
  • Ela parou de falar comigo e nem sei por qual motivo.

Quando usar "porque"?

 É usado em respostas e explicações, porque é uma conjunção subordinativa causal ou explicativa.
  • Não fui a universidade porque as aulas foram suspensas.
  • Ela estava muito triste porque não conseguiu passar no vestibular.
 Pode ser substituído pelas conjunções "pois", "visto que", "uma vez que", "dado que", etc.
  • Não fui a universidade pois as aulas foram suspensas.
  • Ela estava muito triste uma vez que não conseguiu passar no vestibular.

Quando usar "porquê"?

 É usado para indicar o motivo ou a razão de algo, geralmente aparece após um artigo definido ou indefinido, também pode aparecer depois de um numeral ou pronome. Porquê é um substantivo portanto pode sofrer flexão.
  • Não sabia o porquê de não conseguir um emprego.
  • O carro parou de funcionar e ninguém sabia o porquê.
Pode ser substituído por "razão" ou "motivo".
  • Não sabia o motivo de não conseguir um emprego.
  • O carro parou de funcionar e ninguém sabia o motivo.



16.5.18

Alexander Pope

Como estamos na metade de maio, é importante que façamos uma homenagem a um grande poeta inglês aniversariante desse mês, Alexander Pope.
Nasceu em em 21/05/1688, em Londres e foi um dos maiores poetas britânicos do século XVIII. Teve uma vida atribulada devido ao fato de ser filho de um comerciante católico, o que impediu-o de frequentar escolas e universidade, além de carregar uma deformidade física. Sua principal contribuição foram os ensaios e versos, nos quais expõe suas idéias estéticas e filosóficas. São poemas filosóficos ou didáticos, como Essay on Criticism (Ensaio sobre a crítica), obra de doutrina neoclássica, escrita aos 23 anos, na qual defende seus pontos de vista sobre a verdadeira poesia, e Essay on Man (Ensaio sobre o Homem) (1733—34), na qual discute se é ou não possível reconciliar os males deste mundo com a crença no Criador justo e misericordioso. Compôs também uma sátira, Dunciad, em que o poeta declara vago o trono da torpeza, do aborrecimento e da estupidez e propõe o nome de seus inimigos para ocupá-los. Foi como satírico e moralista que se caracterizou na segunda parte de sua vida, quando escreveu The Rape of the Lock (O rapto da Madeixa) em que ridiculariza a extrema delicadeza da corte da Inglaterra. Para muitos, foi o satirista mais brilhante da era Augustana. Dentro da literatura satirista foi o sucessor natural de John Dryden e também o primeiro poeta inglês a ter fama internacional. Foi também um exímio formulador de frases e pensamentos. Faleceu em 30/05/1744. 

The Looking-Glass. : On Mrs. Pulteney - Poem by Alexander Pope

With scornful mien, and various toss of air,
Fantastic vain, and insolently fair,
Grandeur intoxicates her giddy brain,
She looks ambition, and she moves disdain.
Far other carriage grac'd her virgin life,
But charming G--y's lost in P--y's wife.
Not greater arrogance in him we find,
And this conjunction swells at least her mind:
O could the sire renown'd in glass, produce
One faithful mirror for his daughter's use!
Wherein she might her haughty errors trace,
And by reflection learn to mend her face:
The wonted sweetness to her form restore,
Be what she was, and charm mankind once more!

"Um homem nunca deve sentir vergonha de admitir que errou, o que é apenas dizer, noutros termos, que hoje ele é mais inteligente do que era ontem". Alexander Pope

26.4.18


As novas telonas de Guarapuava

Hoje, Guarapuava conta com muitas novidades culturais.
Nesta quinta-feira, dia 26 de abril, inaugura em Guarapuava o shopping Cidade dos Lagos. Na mesma data contamos com a estreia do novo cinema da cidade, o novo Cine XV, agora com quatro novas salas que ficam no shopping.
As telonas nesta grande festa de inauguração têm como lançamento o filme Os Vingadores – Guerra Infinita, filme muito esperado pelo público.
Um filme cheio de aventura, suspense e ação é o que podemos esperar nessa estreia, a cultura dos heróis invadindo Guarapuava. "Uma jornada cinematográfica sem precedentes de dez anos de realização e abrangendo todo o universo cinematográfico da Marvel,  Vingadores: Guerra Infinita‘ traz para as telonas o confronto final e mais mortal de todos os tempos. Os Vingadores e seus super-heróis aliados devem estar dispostos a sacrificar tudo em uma tentativa de derrotar o poderoso Thanos antes de sua explosiva devastação e a ruína que põe fim ao universo”.



 
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