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Mostrando postagens de Agosto, 2014

Faça como a SPAG, lute contra os maus-tratos e incentive a adoção

Eles nascem pequenininhos e fofinhos, mas ao longo do tempo os cães crescem e os cuidados com o animal tornam-se mais intensos, alguns donos não assumem as maiores responsabilidades e acabam praticando os maus-tratos e abandonos.
Mas sempre existe alguém que ameniza essas crueldades. Para lutar contra os maus-tratos e fazer um controle populacional dos animais nas ruas, foi criada a associação de proteção dos animais de Guarapuava, SPAG. “A ong conta apenas com doações, a SPAG tem uma frente ampla e diversificada de trabalho, que inclui desenvolver atividades de proteção aos animais, programas de voluntariado que incluem resgates e verificação de denúncias, lares temporários, promoção de campanhas de adoção de animais, dentre outras atividades”, conta a assessora, Thalita Catharina.
Os cães são tratados, castrados e levados até a feirinha de adoção que acontece todos os sábados pela manhã, na Praça 9 de Dezembro, para a tentativa de receber um lar. “Nós acreditamos que o amor e a amizad…

Memorial de Aires

Memorial de Aires - Machado de Assis
Autor Joaquim Maria Machado de Assis nascido em 21 de junho de 1839, no Rio de Janeiro. Foi garoto pobre, filho de um operário mestiço, que marcou a história da literatura brasileira, sendo seus trabalhos constantemente republicados em vários idiomas.  Nos anos de 1980, machado inaugura o Realismo na literatura brasileira, quando publica Memórias Póstumas de Brás Cubas (1881), essa marca a segunda etapa de sua produção. O escritor desenvolve uma ironia feroz, um humor velado e amargo em relação àquilo que retratava da sociedade. Contexto Histórico A obra Memorial de Aires publicada em 1908, mesmo ano de falecimento do autor, foi o último romance de Machado de Assis que é o menos pessimista da II fase, mas paradoxalmente, é o mais melancólico de todos. Depois da morte da esposa Carolina (1904), o escritor sente-se triste e diminui o ceticismo irônico em troca de uma evocação saudosa da vida familiar no Rio de Janeiro da década de 1880. O tom nostálgico …

Memórias de um sargento de milícias

Memórias de um sargento de milícias- Manuel Antônio de Almeida
Autor Manuel Antônio de Almeida filho do tenente Antônio de Almeida e de Josefina Maria de Almeida, perde o pai quando tinha dez anos de idade. Concluiu a Faculdade de Medicina em 1855, mas nunca exerceu a profissão. Devido as dificuldades financeiras foi conduzido ao jornalismo e às letras. Foi redator do jornal Correio Mercantil, para o qual escrevia um suplemento, “A Pacotilha”. Neste suplemento publicou sua única obra em prosa de fôlego, a novela Memórias de um Sargento de Milícias, de 1852 a 1853, em capítulos. Contexto histórico O período em que a Coroa Portuguesa se instalou no Brasil foi um momento crítico na nossa história, em virtude das mudanças sociais a que foram submetidas o povo brasileiro. O primeiro momento de descontentamento foi quando os moradores das melhores residências tiveram que abrir mão de suas moradias em detrimento da aristocracia portuguesa. Em seguida, os gastos exorbitantes da Família Real agrav…

Então Você Quer Ser Escritor?

Então Você Quer Ser Escritor?- Miguel Sanches Neto Autor
 (Bela Vista do Paraíso-PR - 1965) é um escritor, Professor universitário, e crítico literário paranaense. Responsável pela coluna semanal da Gazeta do Povo, de Curitiba, em que publica artigos sobre literatura. Também tem contribuído para outros veículos de comunicação como: O Estado de São Paulo, Jornal da Tarde, Jornal do Brasil, República, Bravo!, Poesia Sempre e D`Pontaponta.

Contexto O autor é um dos mais importantes críticos literários contemporâneos do país. Além de ser docente da UEPG, com título de doutorado em Teoria Literária pela Unicamp, escreve para a Gazeta do Povo e a Revista Carta Capital. Embora o gosto por escrever venha desde sua adolescência, o escritor começou a ser reconhecido internacionalmente a partir do lançamento do livro Chove sobre minha infância pela Editora Record em 2000, obra já traduzida para a língua espanhola. Desde então, é um dos nomes mais representativos da nova literatura brasileira. No ro…

Capitães da Areia

Capitães da Areia - Jorge Amado Autor: Jorge Amado nasceu em Itabuna (BA), em 10 de agosto de 1912, e passou a infância em Ilhéus. Fez os estudos universitários no Rio de Janeiro e depois deixou o Brasil e por cinco anos viveu na Europa e na Ásia. Morreu em 6 de agosto de 2001, em Salvador. É o romancista brasileiro mais traduzido e conhecido em todo o mundo. Suas principais obras são: "O país do carnaval" (1930), "Capitães da areia" (1937), "Gabriela, cravo e canela" (1958), "A morte e a morte de Quincas Berro d’Água" (1961), "Dona Flor e seus dois maridos" (1966), "Tieta do agreste" (1977) e muitas outras.
Contexto Histórico: Escrita na época em que a Bolsa de Valores de Nova York quebrou (década de 1930), a obra mostra a revolta da população nordestina que gerou a Revolução de 30. Jorge Amado é considerado um dos mais importantes militantes da época e também um dos autores responsáveis pela criação de um novo estilo na literatu…

O PRIMO BASÍLIO

O PRIMO BASÍLIO - EÇA DE QUEIRÓS Autor Eça de Queirós (1845-1900) escritor português foi um dos principais responsáveis pela introdução do realismo em Portugal, o único romancista português que conquistou fama internacional nessa época. Além disso, foi duramente criticado por suas críticas ao clero e à própria pátria. A crítica social unida à análise psicológica aparece também nos livros “O Primo Basílio”, "O Mandarim", "A Relíquia" e "Os Maias".
Contexto Histórico Nessa obra Eça de Queirós tenta desvincular-se dos traços do Romantismo, mesmo produzindo romances, porém num tom mais realista. Aborda em seus personagens a classe burguesa e a proletária. O período é a geração de 1870 que tem como intuito combater o romantismo e instalar ideias realistas em Portugal. As principais características da obra é a crítica social, a descriminação social, exploração da sexualidade, moral, costumes, a religião e o atraso de Lisboa referente a Paris, após a Revolução Indus…

A FALECIDA

A FALECIDA - NELSON RODRIGUES Autor:
Nelson Rodrigues nasceu no Recife (PE), em 23 de agosto de 1912, e viveu desde pequeno no Rio de Janeiro. Revolucionou o teatro nacional e tornou-se um dos principais dramaturgos brasileiros. Suas obras são separadas em peças psicológicas (A Mulher sem Pecado e Vestido de Noiva), peças mitológicas (Anjo Negro e Álbum de Família) e tragédias cariocas (A Falecida e O Beijo no Asfalto). Escreveu também os romances Meu Destino É Pecar e O Casamento, além dos livros de crônicas. O escritor morreu no Rio de Janeiro, em 21 de dezembro de 1980.

Contexto histórico:
Nelson Rodrigues revoluciona o teatro brasileiro da época com A Falecida. Uma das peças mais assistidas,  em 26 dias, foi encenada pela Companhia Dramática Nacional, com José Maria Monteiro na direção e teve sua estréia em 1953. O escritor buscou mostrar a realidade dos subúrbios e de seus moradores frustrados e fracassados. Para a década de 50 o uso da linguagem coloquial e das gírias era algo no…

Sesc Guarapuava sedia exposição de almanaques farmacêuticos

Aos que possuem mais de 40 anos, serve para voltar no tempo e relembrar das antigas artes que estampavam os almanaques farmacêuticos, e para os que não viveram este tempo é um tira gosto para imaginar como eram as publicidades feitas pelas farmácias antigamente.
A exposição intitulada “Tempo de almanaque” é uma grande oportunidade para conhecer um pouco sobre o assunto, pois o tempo passou e encontrar essas artes ficou cada vez mais difícil, tornaram-se verdadeiras relíquias, encontradas apenas na posse de colecionadores, como no caso da cuiabana Yasmin Nadaf.
Yasmin, além do acervo de almanaques de farmácia, também coleciona gibis, livros periódicos almanaques diversos. “Um conjunto de revistinhas tão ao meu gosto pela sua especificidade. Pequeninas e graciosas são verdadeiras oficinas para e/da vida passada, e referência obrigatória para o presente e para o futuro. Lidas e relidas por milhões de brasileiros carregam (e como carregam) ‘identidade’ e ‘memória’, traços que não caem no…