Pular para o conteúdo principal

Ano Novo, Tradições Antigas

Entra e sai ano, e lá estão elas, as tradições de fim de ano que nunca saem de moda, a roupa branca, a romã, a lentilha, estão quase sempre presentes. Mas muitas vezes fazemos esses e outros rituais sem termos nem ideia do que eles significam para nossas vidas. Por isso agora, vamos ver algumas dessas simbologias e significados:

Romã: coma sete sementes de romã e guarde-as com você na carteira até o próximo Réveillon se seu objetivo for dinheiro. O número sete é muito importante quando você faz simpatias, pois além dos sete chacras, ainda tem sete dias da semana.

Lentilha: Se você visa ter um ano farto e com muita comida, uma colher de lentilha na ceia de Ano Novo promete ser tiro e queda – uvas e avelãs também são consumidas para pedir fartura.

Pular sete ondas: Segundo os gregos, o mar tem um poder espiritual e pode renovar nossas energias, mas foram os africanos que trouxeram a tradição de pular as ondas. E por que sete? É um número espiritual e, ao pular as ondas, você invoca iemanjá, que dá forças para passar por cima das dificuldades do ano que está por vir.

Roupa branca: a tradição de usar roupa branca no Réveillon veio das tribos africanas, que usavam trajes brancos, que significa paz e purificação espiritual.

Vinho ou Espumante: nas religiões cristãs, o vinho é considerado sabedoria e vida. E por serem feitos com uvas, acredita-se que traz sorte e prosperidade para o novo ano.

Frutas secas ou cristalizadas: figo, pêssego, ameixa, damasco e maça, por exemplo, significam sorte e fartura para o próximo ano.

Evitar consumo de aves: os supersticiosos acreditam que na noite do Ano Novo não se deve consumir galinhas ou frangos, por exemplo, pois elas ciscam para trás e isso significa atraso na vida. Aposte em carne de porco ou peixes que se movimentam sempre para frente.


Por Diana Pretto

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

RESUMO DA OBRA "VÁRIAS HISTÓRIAS", DE MACHADO DE ASSIS

Joaquim Maria Machado de Assis nasceu em 21 de junho de 1839, na cidade do Rio de Janeiro. Filho de família pobre e mulato, sofreu preconceito, e  perdeu a mãe na infância, sendo criado pela madrasta. Apesar das adversidades, conseguiu se instruir. Em 1856 entrou como aprendiz de tipógrafo na Tipografia Nacional. Posteriormente atuou como revisor, colaborou com várias revistas e jornais, e trabalhou como funcionário público. Foi um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras. Algumas de suas obras são Memórias Póstumas de Brás Cubas, Quincas Borba, O Alienista, Helena, Dom Casmurro e Memorial de Aires. Faleceu em 29 de setembro de 1908.
Contexto Histórico
Várias histórias foi publicado em 1896, fazendo parte do período realista de Machado de Assis. Os contos da obra são profundamente marcados pela análise psicológica das personagens, além da erudição e intertextualidade que transparecem, como por ex., referências à música clássica, a clássicos da literatura, bem como a histórias bíb…

Lendas de Guarapuava

Por Elis Oliveira
Há quem acredite que Guarapuava é uma cidade permeada por lendas. Quem nunca ouviu alguém contar a sua versão para a lenda da Lagoa das Lágrimas, um dos lugares mais visitados da cidade, construída por volta de 1964 a 1968, ou a lenda da Capelinha do Degolado, muito conhecida pela região, que foi até tema de um programa de televisão no ano de 2010. Também tema lenda do Baile das Feias, sobre a passagem das tropas de Gumercindo pela nossa cidade, conta-se que no tempo dos maragatos da Revolução Federalista,Guarapuava,como outras cidades do Paraná, sofreram por fazer parte da rota das tropas que vinham do Rio Grande do Sul nessa época. Isso aconteceu por volta do ano de 1894 quando houve a fuga desses revoltosos. Segundo a lenda, a coluna de Juca Tigre e do Coronel Sancheseram era composta  de quinhentos homens que passaram por dentro da cidade para abstecerem-se de proventos, saqueando fazendas, levando animais e suprimentos e também cometendo grandes bárbaries amedron…

Pintores Paranaenses

A partir do século XIX, a pintura passou a se desenvolver no Paraná, incentivada por pintores como o imigrante norueguês Alfredo Andersen, e Guido Viaro, o segundo vindo da Itália. Ambos dedicaram-se ao ensino das artes visuais, além de pintarem suas obras inspiradas principalmente nas paisagens e temas do cotidiano paranaense. Responsáveis também pela formação de novas gerações de artistas no estado, como o exemplo de Lange Morretes, Gustavo Kopp e Theodoro de Bona, todos nascidos no Paraná.
Alfredo Andersen, apesar de norueguês, viveu muitos anos em Curitiba e Paranaguá, e ainda hoje é tipo como o pai da pintura paranaense. Foi ele o primeiro artista plástico atuar profissionalmente e a incentivar o ensino das artes puras no estado. Ele se envolveu de forma muito intensa com a sociedade paranaense da época em que viveu, registrando sua história e cultura. Rogério Dias, outro grande exemplo, sempre foi autodidata, sua trajetória artística tem sido uma soma de anos de paciente e inc…